Archive for Outubro, 2019

  • #SCRUM – Como trabalhar os tempos e prazos usando framework ágil?

    Out 10, 19 • felipecabral • HomeNenhum ComentárioLeia mais »
    #SCRUM – Como trabalhar os tempos e prazos usando framework ágil?

    O #framework ágil #SCRUM, por vários amado, sempre citado, as vezes mal usado ou mal compreendido, abrange noções de uso do #tempo para fragmentar, organizar e performar melhor o trabalho. Isso, por si só, não é garantia ou sinônimo de “Trabalho Rápido” ou de “Trabalho Ágil” como podem pensar desavisados ou marinheiros de primeira viagem, mas sim de trabalho organizado no tempo, de trabalho temporalmente planejado. Por consequência, quando responsavelmente empregadas, as noções de uso do tempo do framework trazem maiores resultados, criando uma sensação de agilidade. O mais importante neste território é certamente a valorização e o manejo do tempo, é disso que se trata, mais do que fazer as coisas heroicamente rápidas. “Time-Box”, “Timeboxing” ou “Time-boxed” são termos comumente usados para designar a principal noção de uso do tempo no scrum. Em língua portuguesa, semanticamente falando, faz muito sentido traduzir a expressão para “Janela de Tempo” e vou adotar essa nomenclatura por aqui apesar de saber que numa tradução literal o resultado seria outro. Considerar uma ou mais atividades como time-box significa que elas terão uma janela de tempo com começo e fim definidos. Seria como pegar algumas tarefas e colocá-las dentro de uma “caixa de tempo” com tamanho determinado, nem maior nem menor. Toda atividade ou cerimônia time-boxed deve ter um tempo limite que não deve ser ultrapassado, no entanto elas podem ter critérios diferentes com relação

  • #SCRUM – Qual é estrutura básica para uma lista de atividades (backlog) num projeto ágil?

    Out 9, 19 • felipecabral • HomeNenhum ComentárioLeia mais »
    #SCRUM – Qual é estrutura básica para uma lista de atividades (backlog) num projeto ágil?

    Se você trabalha com produtos, sobretudo produtos digitais, se trabalha com a construção deles, não há muito como fugir da necessidade de organizar uma lista de atividades e priorizá-las de acordo com critérios de retorno, valor e tempo de execução. Essa lista é seu backlog! Uma escola que lida muito bem com isso é o scrum. Muito falado e infelizmente pouco praticado, o método vai completar 20 anos de sucesso! Mas nem tudo são flores, sobretudo no Brasil. Já vi muitas empresas tendo dificuldades de entender o que é metodologia ágil e como aplicar alguns conceitos na prática. Fiz esse desenho para ajudar times e colegas de trabalho na compreensão do backlog. O backlog é um artefato no scrum e ele é estruturado assim: 1. No topo vem os ÉPICOS (epics). Épicos, em linhas gerais, são “grandes histórias” que: • Não cabem em uma iteração (sprint) pois são grandes demais • Não cabem em apenas uma história (issue) pois são grandes demais • Não cabem em uma estimativa de realização (story points) pequena • Épicos devem ter uma perspectiva de começo, meio e fim. Eles não são simples tags de categorização de atividades, são objetivos a serem alcançados. Exemplos de ÉPICOS: • Um módulo de relatórios para os clientes • Um módulo de “Perfil do Usuário” • Um cadastro • Um novo layout do sistema ou aplicativo inteiro 2. Dentro dos ÉPICOS estão as HISTÓRIAS (issues). As

Felipe Cabral

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